Nascida em Ilhéus, moradora de Pirajá, professora de educação física, integrante da Antra – Articulação Nacional de Travestis e Transexuais e militante da causa LGBT na Bahia. Este é o perfil de Zelza Silva, 26 anos, que aos 18 se descobriu feminina em um corpo de homem.

Zelza procurou orientação médica na época, mas foi informada que só aos 21 anos poderia transformar o corpo. Agora, almeja fazer o processo transexualizador pelo Sistema Único de Saúde (SUS) assim que o procedimento passe a ser realizado no ambulatório do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes).

Em processo de habilitação pelo Ministério da Saúde, a unidade da Universidade Federal da Bahia (Ufba) terá o primeiro ambulatório transexualizador na Bahia – para procedimento de mudança de sexo – de homem para mulher e vice-versa.

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